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Alface transgênica ajudará no diagnóstico da dengue

Por agronomia, 16 de fevereiro de 2012

Objetivo é produzir um kit mais econômico e eficiente para tornar mais rápido o processo detecção da doença


por Luciana Franco

O processo de transformação genética das plantas está sendo conduzido na Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia

A Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia está realizando uma pesquisa em parceria com a Universidade de Brasília (UnB) para desenvolver uma variedade de alface transgênica que possa ser usada para diagnosticar o vírus da dengue. A ideia é produzir um kit de diagnóstico mais econômico e eficiente a fim de agilizar a detecção da doença pela rede pública de saúde no Brasil.

“O país precisa ter mais alternativas para o diagnóstico da dengue. Hoje em dia, o país não tem condições de produzir a quantidade de antígeno que necessita e acaba tendo que importar de outros países. A nova alternativa poderá acabar com necessidade do país em importar o kit diagnóstico”, explica o pesquisador Tatsuya Nagata, do Departamento de Biologia Celular da Universidade de Brasília.

Segundo o professor, a utilização de alface é a melhor opção na relação custo/benefício. Outros métodos com células de mamíferos, células de insetos, leveduras e bactérias também são utilizados para a preparação de vacinas ou para o diagnóstico de doenças, mas as plantas aproximam-se mais do sistema do ser humano e, por isso, garantem melhor qualidade. “Bactérias e leveduras têm um sistema celular mais primitivo do que o da alface. O sistema celular da planta é mais próximo do dos seres humanos. Hoje testamos em camundongos e com o novo kit evitaremos o uso destes animais”, diz.

A transformação genética das plantas está sendo feita pela unidade da Embrapa de Recursos Genéticos e Biotecnologia e consiste na introdução de uma parte do gene do vírus da dengue em DNA do cloroplasto de alfaces. As plantas são, então, colocadas em um meio de cultura contendo um antibiótico que garantirá que apenas as células que receberem o gene do vírus sobrevivam.

O novo antígeno já está sendo testado com sangue de pessoas que foram contaminadas pelo vírus da dengue e os primeiros resultados são positivos, mas a validação ainda pode levar dois anos, já que é necessário um aproveitamento de cerca de 95% para que o produto seja comercialmente viável.

FONTE: WWW.GLOBO.COM

 

Atividades Complementares – Manual

Por agronomia, 13 de fevereiro de 2012

Prezados!

Conforme havíamos conversado em sala de aula segue orientações para atividades complementares. Informo que o registro das atividades complementares são de responsabilidade dos alunos e este deverá ser registrado da seguinte forma:

1) Xerocar o comprovante da atividade possuindo os seguintes dados:

- Nome e tipo do evento; Data e hora (tempo) realização; Identificação com seu nome completo.

2) Entregar a xerox no terceiro andar no campus I (Paula ou André)

As atividades que forem realizadas por intermédio da instituição (UNIS) serão registradas pelo coordenador de curso (Roberto Queiroz).

Segue para visualização o ARQUIVO – MANUAL em PDF ATIVIDADE COMPLEMENTAR.

Atenciosamente

Roberto Queiroz

Seminário Sobre ARROZ

Por agronomia, 10 de fevereiro de 2012

AULA DE NIVELAMENTO – MATEMÁTICA

Por agronomia, 9 de fevereiro de 2012

Por agronomia, 6 de fevereiro de 2012

Prezados Alunos,

Segue para visualização o HORÁRIO em PDF.

* Horário de Agronimia 2012-1

Calendário 1º Semestre 2012

Por agronomia, 1 de fevereiro de 2012

III Simpósio Brasileiro sobre Nutrição de Plantas Aplicada em Sistemas de Alta Produtividade: Diagnose foliar em frutíferas

Por agronomia, 30 de janeiro de 2012

A fruticultura brasileira caracteriza-se por uso intensivo de recursos naturais e de insumos, especialmente materiais corretivos e de fertilizantes pela baixa fertilidade dos solos tropicais. Outro aspecto peculiar às frutíferas, seria alto volume de produção de frutos e a correspondente alta demanda por nutrientes para atender sua exigência nutricional e na fase reprodutiva se faz em um curto período de desenvolvimento, o que pode explicar, pelo menos em parte, a ocorrência de desordens nutricionais. Estas desordens podem implicar em prejuízos na produtividade, na qualidade (interna ou externa, visível ou não), na rentabilidade e/ou no ambiente e também predispor à planta maior incidência de doenças.
A globalização determinou, e continua promovendo, rápidas modificações na agricultura brasileira, as quais, como conseqüência, vem selecionando produtores não só que tenham melhor visão de mercado e capacidade de gestão da atividade, mas, principalmente, aqueles com capacidade em modificar (melhorar, tecnificar) seu modo de produção, de maneira a torná-lo mais competitivo. Ou seja, tem exigido do produtor e do técnico-assessor aprofundamento e aperfeiçoamento de seus conhecimentos na área da fisiologia e nutrição de plantas. Entre os muitos fatores de produção com que o produtor deve se preocupar, conhecer e fazer bom uso da diagnose do estado nutricional das frutíferas é de relevante importância para melhorar o manejo da fertilização de seus cultivos.
Este é o nosso objetivo com o III Simpósio Brasileiro sobre Nutrição de Plantas Aplicada em Sistemas de Alta Produtividade, tendo como tema a Diagnose nutricional de frutíferas, que conterá 19 palestras com renomados especialistas e 2 espaços técnicos, a acontecer de 11 a 13 de abril de 2012. Além das palestras, será publicado um livro que irá reunir os temas abordados, sendo uma fonte de consulta e contribuirá para a ampliação e consolidação do conhecimento atual da nutrição das principais frutíferas do Brasil, dirimindo dúvidas, consolidando conceitos e ampliando a discussão sobre o assunto.

 

Contamos com sua presença para fortalecimento do simpósio e das discussões sobre o tema.

 
GENPLANT
Grupo de Estudos em Nutrição de Plantas da Unesp
Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquisa Filho” – Câmpus de Jaboticabal, SP

Óleo nanoencapsulado contra pragas agrícolas

Por agronomia, 17 de janeiro de 2012

Por Mônica Pileggi

Agência FAPESP – O nim ou neem (Azadirachta indica), planta natural do sudeste da Ásia, é considerado uma fonte promissora para a produção de inseticidas orgânicos. Na agricultura, essa árvore da família Meliaceae é utilizada em diversas regiões para o controle de pragas, agindo sobre cerca de 400 espécies de insetos.

Com crescimento rápido e copa densa, o nim chega a alcançar 15 metros e pode ser cultivado em regiões de clima quente e solos bem drenados. No Brasil, as primeiras introduções feitas de forma oficial foram pela Fundação Instituto Agronômico do Paraná, em 1986, com sementes procedentes das Filipinas e, em 1989, com sementes da Índia, Nicarágua e República Dominicana. Na década seguinte, suas propriedades se tornaram mais conhecidas, dando início a plantios comerciais em diversos estados.

Especialistas apontam que sua extração no Brasil ainda precisa de ajustes. O óleo extraído por aqui, por exemplo, tem seu princípio ativo (a azadiractina) degradado quando exposto ao sol. Mas um projeto de pesquisa conduzido em São Carlos conseguiu otimizar o processo de extração e, por meio da nanoencapsulação do óleo, preservar as propriedades inseticidas do nim.

“Essa instabilidade da azadiractina sob a radiação solar é algo por demais dispendioso na lavoura, uma vez que o agricultor tem de aplicar diversas vezes o óleo”, disse Maria Fátima das Graças Fernandes da Silva, professora do Centro de Ciências Exatas e de Tecnologia da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), à Agência FAPESP.

Ela coordena o Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia (INCT) Controle Biorracional de Insetos Pragas, financiado pela FAPESP e pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), que tem por objetivo estudar compostos não tóxicos ao ser humano e que possam controlar doenças e o comportamento de pestes na agricultura.

Entre as pesquisas do INCT, está o estudo “Nano e microencapsulamento de extratos vegetais de Meliaceae para controle de pragas de solo usando ligninas do bagaço de cana-de-açúcar”, de Eveline Soares Costa e coordenado por Moacir Rossi Forim, ambos do Centro de Ciências Exatas e de Tecnologia da UFSCar.

Silva explica que no projeto foram identificadas falhas mecânicas no processo de extração convencional do óleo de nim. Segundo ela, durante o procedimento – que envolve a colheita do fruto e a retirada das sementes –, perde-se cerca de 60% do princípio ativo da planta.

“A extração é feita por um processo conhecido por compressão, que forma uma espécie de ‘torta’. No entanto, essa torta – na qual se encontra a maior parte da azadiractina – é descartada”, disse.

O estudo de Costa consistiu no desenvolvimento de uma metodologia para enriquecimento do óleo de nim. Além dos ajustes no processo de extração do óleo, que rendeu um pedido de patente junto ao Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI), os pesquisadores desenvolveram um polímero natural de bagaço da cana-de-açúcar para em seguida envolverem – em escala nanométrica – o óleo de nim.

“Esse nanoencapsulamento permite maior proteção ao princípio ativo em relação à radiação solar. Ao ser aplicado, o óleo tem maior tempo de vida no solo, o que representa uma importante economia para o agricultor, que não precisa aplicá-lo várias vezes”, ressaltou Silva.

A pesquisa do nanoencapsulamento – que também rendeu um pedido de registro de patente – despertou o interesse da empresa alemã DVA, cuja representante brasileira é responsável pelas vendas no país do óleo de nim oriundo da Índia.

Segundo Silva, a parceria fechada com a empresa deverá acelerar o ingresso do produto nanoencapsulado no mercado. “Como já comercializa o óleo indiano no país, a DVA conta com ensaios de toxicidade e autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Falta apenas o ensaio de toxicidade com o nanoencapsulamento”, disse.

Saiba mais sobre o nim: www.cnpf.embrapa.br/publica/circtec/edicoes/circ-tec162.pdf

Gabarito

Por agronomia, 24 de novembro de 2011

Prezados Alunos,

Segue para visualização o GABARITO DA INSTITUCIONAL em PDF. AGRONOMIA

Como Planta Morango

Por agronomia, 25 de outubro de 2011

O pesquisador do IAC, Francisco Antonio Passos, forneceu informações sobre  como plantar morango para a revista Globo Rural.

http://iac.impulsahost.com.br/imagem_imprensa/257.pdf